Bom dia, boa tarde, boa noite, bom sempre amores e amoras, olheiros e curiosos deste recanto meu 💙 Estamos de volta para nosso recadinho semanal e desta vez borboleteando, batendo as asinhas desta Sereia que voa no imaginário. Deixando meu abraço fraternal e bradando ao mundo que a vida é efêmera, então não dos descuidemos dos minutos, entenderam? 😉 E no vai e vem das ondas não esqueçam de curtir nossa página e deixar vossa mensagem *gargalhadas*. Para os poucos, mas bons visitantes um xêro e um queijo. E ai vamos voar? ou não?
Um homem estava
observando, horas a fio, uma borboleta esforçando-se para sair do casulo. Ela
conseguiu fazer um pequeno buraco, mas seu corpo era grande demais para passar
por ali. Depois de muito tempo, ela pareceu ter perdido as forças, e ficou
imóvel.
O homem, então,
decidiu ajudar a borboleta; com uma tesoura, abriu o restante do casulo, e
libertando-a imediatamente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha
as asas amassadas.
O homem continuou
a observá-la, esperando que, a qualquer momento, suas asas se abrissem e ela
levantasse vôo. Mas nada disso aconteceu; na verdade, a borboleta passou o
resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas, incapaz de
voar.
O que o homem – em
sua gentileza e vontade de ajudar – não compreendia, era que o casulo apertado
e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura foi
o modo escolhido pela natureza para exercitá-la e fortalecer suas asas.
Algumas vezes, um
esforço extra é justamente o que nos prepara para o próximo obstáculo a ser
enfrentado. Quem se recusa a fazer este esforço, ou quem tem uma ajuda errada,
termina sem condições de vencer a batalha seguinte, e jamais consegue voar até
o seu destino.
E TEMOS NOVIDADES NO NOVO CAFOFO DA SEREIA, PARA QUEM NÃO CONHECE É SÓ CLICAR NO AVIÃO E FAZER A VIAGEM ✈
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